"Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos."
(Antoine de Saint-Exupéry)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Fragmentos - 1 de 8: Impulso

2 meses. 11 dias.
Me traí!
Quebrei promessas, desfiz as rezas, fui no caminho contrário da minha razão. Segui meu coração.
Coração este que sempre bate descompassado quando existe você.
Um simples "e ae tudo bom?" - resposta de um texto do The Bro Code que lhe enviei por impulso -, me fez passar o dia todo com um sorriso bobo e o coração leve.
Ah se você soubesse como eu sinto falta das conversas aleatórias, de como foi nosso dia. 
Ah como eu queria te contar como está a minha vida, e saber da sua também. 
Ah como foi bom trocar alguns whatsapps com você, e poder falar um pouquinho da vida. 
Infelizmente me contento com pouco. É errado, eu sei. Eu mereço o inteiro, não a metade. 
Mas fazer o que, se a minha calmaria é ter você por perto, seja do jeito que for, no tempo que for, durando o que tiver que durar... 
Eu sou fraca demais pra deixar de lado, ignorar um amor que já me foi provado que é kármico. 
Se um dia for pra de uma vez por todas te esquecer, que seja sem a sua ausência. 
Dizem por aí que só se cura um amor, com um novo amor, mas como curar algo que pra mim sempre foi mais do que isso? O que mais me importava era, e é, a sua amizade. 
Amizade não se cura, ou ou sobrevive ou morre. Então, que sobreviva! 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Fragmentos - 1 de 7: Seguir em Frente



10 de março de 2014.
Uma tarde como se fosse a primeira vez.
Leves. No nosso mundinho. 
Só me sinto eu, quando estou com você.
Parece que encontro meu lugar no mundo.
Você feliz por eu estar ali, com você.
Você me perguntando se eu estava triste.
Meu olhar me entregou.
Eu menti, disse que estava apenas pensativa.
Mentira, eu estava triste, afinal eu sabia o motivo daquela tarde.

Nunca falei tão da boca pra fora que era a última vez que nos veríamos.
(Afinal já rolaram uns 2 ou 3 encontros em que seria a última vez)
Que precisávamos seguir em frente.
Falei porque sabia que isso era o correto a ser feito.
Mas pelo meu coração, eu viveria do jeito errado pelo tempo que fosse.
Não sinto culpa.
Ou melhor, viveria como sua amiga pelo resto da vida.
Pelo resto de nossos dias.

Tô me sentindo tão perdida.
Incrivelmente triste.
Coração deveria vir com um botão de "deletar", a vida seria bem mais fácil.
Decidi não ouvir mais Neon Trees, Sublime e Muse.
E acho que nem assistir as futuras temporadas de Game of Thrones. 
Pelo menos por enquanto. Sabe-se lá por quanto tempo.
É melhor evitar uma avalanche de lembranças, de deliciosos momentos.
Os beijos, os abraços, a química, o sofá imaculado, hahaha.
O único lugar que nunca brigamos neste 2 anos.

Mas se me conheço bem, nos conheço bem, em algum momento da vida vamos nos trair.
E sinceramente, eu torço pra que um dia a vida nos coloque frente a frente novamente.
Sei lá, acho que vai ser legal ver o rumo que tomamos.
De repente estaremos bem sucedidos na carreira e no amor. Ou não.
De repente a vida vai virar nossa vida do avesso, pra daqui um tempo nos desavessar e falar: "agora sim chegou a vez de vocês".
O tempo, o destino, são imprevisíveis.
Hoje a única certeza que tenho é que te amo, e que não quero esquecer as alegrias que tive ao seu lado.
Só quero que a dor amenize, e eu consiga seguir em frente.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fragmentos: 1 de 6 - Dois Anos

Parece que pra todos os efeitos, nunca existiu "eu e você, nós".
Se nunca existiu, o que foi que nós vivemos?
Aventuras? Desventuras?
Dia 26/02 faz dois anos que ficamos pela primeira vez.
Domingo a noite. Pós churrasco. Eu estressada (pra variar). No seu carro. Você me ouvindo. Eu te querendo como A-M-I-G-O!
Sempre quis, sempre vou querer. Você que nunca me quis assim. Você sempre quis bem mais de mim.
Eu também sempre quis bem mais, mas acima de tudo queria sua amizade. Alguém com quem contar.
Aquele beijo... 2 anos depois e ainda perco o fôlego quando lembro.
Vontade de não parar. 
Sempre foi assim, nunca existiu a vontade parar, mas eu parava. Por medo.
O medo sempre me travou. Medo de me machucar, de errar, de doer, de perder e não saber lidar.
E perdi. E não sei lidar com essa perda até hoje.
Te deletei. Bloqueei. Grande bosta! Nada resolveu. Dentro de mim você continua intacto.
Some. Aparece. Some de novo. Aparece de novo. Vai e vem. Iô-iô.
E tudo o que eu sinto fica aqui, seguindo o SEU fluxo.
Dói saber que não nos pertencemos mais. Que não posso te ter pra mim.
Nessa confusão, ambos tivemos nossas parcelas de culpa.
Mas e aí? Como lidar com esse amor?
Sim, eu disse A-M-O-R! 
Nunca tive coragem de dizer "Eu Te Amo" olhando nos seus olhos azuis. Olhos que me devoravam.
Tinha medo de que você me achasse uma menina boba. Sempre me senti uma menina perto de você.
Uma menina cheia de sonhos, perto de um homem que eu nunca consegui descobrir.
Minha vida, meus sentimentos, meus sonhos, ficaram estagnados no status do "E se..."
E se eu não tivesse sido tão geniosa, tão briguenta?
E se eu tivesse confiado mais, falado mais?
E se eu tivesse me soltado mais, relaxado mais?
E se tivesse rolado?
Será que estaríamos juntos? 
Eu, você, e todos os meus sonhos bobos. Meus planos. Meu gostar.
Será que teria durado? 
Mesmo que não tivesse durado "Para todo o sempre...", acho que eu teria me contentado com o "Eterno enquanto dure...". 
Mas não durou. Teve apenas o começo. O meio e o fim se perderam no meio do caminho, e me deixaram no meio do caminho, no meio da estrada, sem ponto de ônibus, de táxi, sem uma alma viva. 
E até hoje não consegui voltar pra casa. Pro que eu era.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Fragmentos: 1 de 5 - Reencontro

Era pra ter sido simples, prático, doce, leve, mas não foi. Parece que pra nós a lei básica é a complicação.
Você pode não ter percebido, mas eu estava lá desarmada, completamente desarmada. Pra ser sua, só sua e de mais ninguém. Sem culpa. Mas você não percebeu.
Você diz tanto que vamos nos machucar, mas será que não é você que tem medo disso e acaba jogando a responsabilidade pra mim também?
Se você soubesse como eu estava feliz por ficar com você durante algumas horas. Eu e você e mais ninguém. Ambos tentando seguir a trégua.
Mas é claro que eu tinha que estragar tudo, eu e meu gênio. 
Se eu pudesse pedir algo a você, pediria pra não desistisse. No começo nada é fácil, principalmente quando é algo novo, precisa de paciência e ajustes. 
Pediria pra que você parece de tomar as decisões por mim. Você decidiu que vamos nos machucar. Você decidiu que é melhor não nos vermos mais. Mas e eu? Cadê a parte que me cabe nessa decisão?
Sinto lhe dizer, mas me machuco muito mais com sua ausência, do que com a sua presença.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Destroços

Será que um dia vou voltar a confiar? Querer fazer planos, ter sonhos, criar expectativas?
Será que um dia vou conseguir me apaixonar de novo sem ter medo?
Será que um dia vou conseguir voltar a ouvir canções que gostávamos sem lembrar de você? Sem lembrar do grande canalha que você foi?
Afinal, eu gostava tanto dessas músicas muito antes de te conhecer.
Aí quando éramos apenas amigos, eu passei a gostar mais ainda por me lembrar alguém que me fazia bem, que eu achava que podia confiar e que jamais me machucaria; aí quando começamos a ficar, você foi meu companheiro nos shows, e o gostar ficou mais forte, e a lembrança também. E aí que quando eu menos esperava, você me machucou, me decepcionou, e estragou tudo. As músicas, as boas lembranças.
Nunca senti isso por ninguém, mas por você eu sinto. Sinto ódio, raiva, a ponto de ser capaz de voar no seu pescoço e fazer o barraco no século se um dia esbarrar contigo na rua (e isso uma hora vai acontecer... e como eu quero que aconteça)
É, você destruiu tudo o tinha de bom, de melhor em mim... mas tudo bem, o mundo é redondo, dá voltas, a lei do retorno existe, e um dia vou te sofrer de um jeito muito pior do que eu ainda sofro.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Esquecimento

Ontem quando cheguei na Pós, abri meu caderno e me deparei com esse rascunho. 
Rascunho de algo que hoje preciso esquecer!


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O Canalha


O canalha não tem jeito mesmo. E nunca terá. Ele é o sociopata do amor. Inspira confiança e expira mentiras. E você, na falta de algo melhor, vai respirando esse ar sedutor. No alto dos seus 1,70m de mulher independente, forte e sedutora, você sempre acha que pode consertá-lo. Esqueça, você está apaixonada e o antídoto para o canalha é o desprezo. O canalha finge que não é um canalha. Posa de bom moço, carente, apaixonado e infeliz. E você acredita ser a salvação dessa alma perdida, depois de tantas desilusões amorosas. O canalha cria uma nova identidade, mas sem registro em cartório. Ele age por instinto, não sabe ser de outra forma. A sedução faz parte da sua sobrevivência emocional. Ele é uma fera e você o prato de comida.
Mas ele tem um jeitinho tão meigo, uma conversa tão bacana, não é mesmo? O canalha é inteligente, sagaz, enigmático e te faz rir. Pronto, o cara perfeito. O único porém é que ele nunca será completamente seu. Amar um canalha é entrega sem devolução. A submissão é ingrata: revolta, mas apaixona. O canalha é o disfarce da conquista, máscara do engano. E é justamente isso que te encanta nele. Ele sorri em versos, fala em melodia e te decifra com os olhos. O canalha parece ter o manual de instruçõespara seduzir. E faz isso sem nenhuma força. Você consegue ver sensualidade nele caminhando na rua, tomando whisky, acendendo um cigarro e até dirigindo.
O canalha nem bonito é, mas parece ter nascido para desafiar o seu bom gosto. Ele faz você escutar músicas que você nem sabia que existiam, faz você pesquisar textos e frases que traduzam o que você está sentindo. Faz você acordar de manhã e lembrar dele, pelo menos, na hora de passar o perfume.
O canalha não pede, manda. Você adora e depois se odeia. Tenta escapar e horas depois, cai numa armadilha. Mas não fique triste, o canalha é o “teste drive” para qualquer corrida amorosa. É pré-requisito para as provas de amor. Toda mulher precisa de um bom e cruel canalha no seu caminho para encontrar o próprio valor. Somente depois de alguns meses mendigando atenção e se alimentando de mentiras cobertas por uma camada de ilusão, que você vai encontrar a correspondência do seu amor. Não nele, claro. Mas antes do coração achar o endereço certo para se apaixonar, é preciso primeiro ter garantias. É a conquista do chamado amor próprio.
Amar um canalha faz parte da vida, é a construção de si mesma, leitura obrigatória para o vestibular sentimental que vem pela frente. Estar com um canalha é mais do que necessário. É gostoso.

(texto por Chico Garcia)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

P'ronde é que foi?

"Não tive a intenção de me apaixonar, mera distração e já era momento de se gostar..."

Não sei mais o que pensar, como agir. 
Não sei mais de onde tirar forças pra acreditar.
Não entendo mais nada.

Sempre acreditei e tive fé que um dia encontraria alguém que se tornaria a minha calma, que eu pudesse pensar "pronto, chega de me machucar, nele eu posso confiar". Mas uma parte de mim não sente mais isso, porém a outra parte ainda possui uma fé incrível de que tudo ficará bem, e que esse alguém é você.

Dá medo cogitar a hipótese de que você possa ser apenas mais um... e nesse "mais um", minha pior decepção. 

Em meio há conversas antigas, encontrei isso: "eu não posso deixar de ler o seu blog, afinal de contas é a única inspiração que eu tenho pra escrever no meu ^^".
Pois então, eu nunca deixei de ler o seu, mas agora não sei mais até onde isso é bom. Antigamente eu conseguia distinguir o que era pra mim, o que era pra ela... agora já não mais.
Ler o que você escreve hoje me faz mal, isso tá errado não?!

"Então vamos para uma função rápida... se eu sou calmaria e você precisa de calmaria no seu coração, logo seu coração precisa de mim!"
Da maneira que for, devolve minha calmaria, por favor?






domingo, 27 de janeiro de 2013

É simples...

"A gente se entende, a gente conversa, a gente deixa rolar. É tudo simples, é tudo perfeito."

Mas cadê a conversa que sempre existiu? Me sinto como se tivesse perdido o rumo, o controle de nós. Não sei o que acontece com você (principalmente depois de ter lido seu último texto), e isso me deixa agoniada. Tem 15 dias que o coração tá apertado, minha gastrite tá atacada, eu perdi o apetite (que já não é muito quando eu estou emocionalmente bem). Eu não sei mais o que fazer.

Eu tenho a péssima mania de querer controlar meus sentimentos, meu destino, mas eu sei que não é assim que a vida funciona. Eu, toda "ingênua", achando que naquele sábado em que saímos,  no final do dia não iríamos ficar. Bobinha eu né?! Mas confesso que aquele beijo causou uma enorme confusão dentro de mim, e como válvula de escape, eu vim com esse papo de relacionamento aberto. Tudo por medo de me apaixonar de novo e me machucar. Só que com o passar dos dias e semanas, você foi me ganhando, e cá estou eu apaixonada por você! E só percebi a proporção disso tudo nesses último dias que mal nos falamos. Dói não ler mais um simples "estou com saudade", ou aquele "oi... tudo bom?", as brincadeiras de todo dia (sim, eu avisei que ficaria mal acostumada).

Eu não sei mais o que fazer. Nunca pensei que seria tão difícil pra mim ficar "quieta", e respeitar seu espaço, o fato de você não querer dividir algo. Concordo que nossa vida não precisa ser um livro aberto, mas me magoa o modo como as coisas estão... 2 meses já se passaram, e eu me sinto avulsa da sua vida. Ok, eu tenho a consciência de que posso ter apressado as coisas, mas sei lá... imaginei que fosse ser recíproco.

Talvez não nos conhecemos o suficiente ainda. Eu quando gosto, gosto pra valer, me entrego. Quero a pessoa sempre ao meu lado, pra tudo. Se eu tive meu momento de confusão, te garanto que já passou. Só eu sei o quanto me controlei pra não parecer ciumenta, insegura. Não faço por mal, mas é meu jeito. São consequências de muitas cabeças que eu já dei por aí. Dá um medo quando por um único segundo eu penso que uma hora eu posso te perder, parece que não vou suportar se isso um dia acontecer... ainda mais se for pra ela. 

Como eu quero que você a esqueça. Assim como eu, que finalmente esqueci ele.
E se por um acaso você perceber que não irá conseguir, apenas me deixe ir.



Stay with me. 
You're all I see. 

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if  I didn't, I'm a fool you see
No one knows this more than me


domingo, 23 de dezembro de 2012

"Só vou gostar de quem gosta de mim..."

Sinto que preciso escrever, mas talvez as frases não se encaixem, talvez o texto fique meio perdido, sem final.

Quase uma semana que meu coração anda agoniado, não sei bem se é agonia ou confusão, mas tá inquieto, com medo. Sim, estou com medo, estou insegura. Medo de perder... Já perdi tantas relações, que hoje fico com medo de que qualquer coisa que fique no meio do caminho, do nosso caminho, ponha tudo a perder, a te perder.

Quase 1 mês pós reencontro. Um encontro que mudou minha vida, me mudou.
Reaprendi o gostar, como gostar. Descobri que pode ser leve, simples, fácil, consequentemente perfeito. Tudo com você é perfeito! "Parece brincadeira mas eu sei que a gente faz, um monte de besteira por saber que é BOM DEMAIS...". 

De vez em quando ainda fico sem saber como agir, você me respeita tanto, que me fez perceber que eu mesma já não me respeitava mais. Passei meses pulando de rolo em rolo, paixão em paixão, todas iguais, que no final acabavam no mesmo ponto: eles me queriam por um único motivo, o qual eu nunca concedi, e consequentemente a relação acabava do dia pra noite. E você é diferente de todos. Talvez seja por isso que eu me sinta tão confortável.

Hoje cedo tomando café com 2 amigos, depois do meu aniversário, no meio da conversa chegamos a conclusão que tempo é algo muito relativo pra um casal. Você pode passar 5, 10 anos ao lado de uma pessoa e não ter planos (casamento, filhos), como em 1 mês esses planos já estejam certos (por mais que sejam a longo prazo).

Tê me perguntando se tá tudo muito precoce entre nós? Se ando ansiosa, se fico muito em cima, se mando muita mensagem, se quero muita atenção...
Admito, sou carente. Um pouco egoísta (queria mais tempo pra nós). Mas no fundo tudo se resume em medo e insegurança. E por mais que você tenha me dito que "não preciso me preocupar, que você aprendeu a gostar de quem gosta de você", ela ter aparecido essa semana me desestruturou...


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

"Tudo que foi planejado..."

Coração apertou, saudade bateu
Vontade de te ver, te dar um abraço 
Dar os parabéns e desejar todo o sucesso do mundo na sua carreira! (ou todo o sucesso pra nós, como você sempre me dizia)

Foi por pouco tempo, mas seu lugar na minha vida é especial e sempre será!
Puta orgulho de ti quando vi uma foto da sua colação.

É, eu ainda espero te ver novamente...


Me deu saudade de você
Me deu vontade de surpreender
De fugir pra ir te ver...

domingo, 4 de novembro de 2012

Fragmentos: 1 de 4 - Algumas doses

Tá entalado. Ai que cú!


Você não podia ter sido igual aos outros caras que eu já conheci? Teria facilitado minha vida!
É muuuuuuuuito legal ir pra balada e não conseguir distrair o cabeça ¬¬

Me abri com 3 amigas a respeito da nossa situação e a conclusão geral foi o que você tinha me dito, minha "trava" tá na minha cabeça, e a solução do problema pode estar em 3 ou 4 doses de Tequila.
O problema é que eu só confio em você pra essa "missão". Por tudo que passamos, pelo que você significa pra mim. Só que agora eu fiz a grande cagada em dizer que não queria mais nenhum tipo de contato contigo. Mentira. Eu sou fraca demais pra não te querer mais em minha vida. 

E agora, o que eu faço? Eu quero, quero muito, e quero COM VOCÊ!

Pode ser?

sábado, 3 de novembro de 2012

Fragmentos: 1 de 3 - Ponto Final

Acabou.
Quanto tempo vou levar pra aceitar? Pra esquecer?
Quinta-feira acordei me sentindo como se estivesse em coma, anestesiada ou coisa parecida. Sem pensar, se sentir, sem sentido, sem reação.
Acordei na sexta e hoje, sábado, do mesmo jeito. Não consegui chorar ainda, coisa que eu pensei que faria assim que deitasse na minha cama após você ter ido embora.

Tá doendo, e muito! 
Hoje acordei com o estômago revirado, vontade de pôr tudo pra fora. E ver a foto de vocês dois juntos, com mais um casal de amigos, felizes... me deu uma raiva, meu estômago embrulhou mais ainda.

É evidente que eu não ainda não aceitei, e mais evidente ainda que vai demorar pra isso acontecer.

Por um momento eu pensei que você fosse me escolher...

Só pra constar: você foi O MELHOR cara que eu já conheci, pelo qual eu me apaixonei. Quem eu queria pro resto da vida ao meu lado.
Acho que pela primeira vez eu soube que alguém realmente gostava de mim, de verdade...


"Tua tattoo, teu olho azul, tua atitude..."

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

"De cor"... de coração!

Ontem em meio a aula de fotografia, minha professora estava falando a respeito de memorização e tudo mais, e aí ela explicou que "De cor", de decorar, significava "De coração". Por um momento me veio a lembrança do dia em que nos conhecemos; de quando você decorou meu telefone. Então, foi de coração?! Rs...

Como diz uma música do Jairzinho "Gostar geralmente é assim. Nunca é sempre fácil...". E não foi. Hoje, mais ou menos 4 meses depois da última vez em que saímos, pude perceber que fui muito feliz em 2 meses que tivemos um "projeto piloto de relação" ou seja lá qual o nome a ser dado pro que tivemos (uma ficada, um rolo, uma amizade colorida, enfim). Porém nesses últimos meses sem você, não vou negar que sofri horrores. Sua ausência incomodou e muito.

Mas agora só quero as melhores lembranças. E lembro-me de cada momento com perfeição.
De quando nos conhecemos, eu era Madú e namorava minha amiga (mas mesmo assim te passei meu telefone, e 2 minutos depois recebi uma mensagem perguntando "é esse seu número?!"). O episódio, o qual tu foi sozinho pra balada atrás de mim (sim, você ganhou muitos pontos comigo. Gosto assim, homem de atitude).
Lembranças das minhas idas à sua casa, pra buscar ingressos que geravam beijos, abraços e amassos. Afinal ninguém é de ferro, e quando se tem química, é um pecado desperdiçar as oportunidades, principalmente com um "Moreno, alto, bonito e sensual..." hahahah.

Hmmm, e as ligações inesperadas? Ok, foram duas ou três, mas foram inesperadas, em horários inesperados. Só pra perguntar se eu estava bem, porquê eu não tinha ido a festa, ou se algo que tínhamos combinado estava de pé, ou pra avisar que você tinha conseguido trocar seu horário do plantão (essa era a melhor notícia... saber que existia alguém que se virava nos 30, mas não me abandonava, rs). E os sms's... lembro-me de um do dia que te convidei pro show do Arnaldo Antunes (se eu não me engano). Te convidei no impulso, e você aceitou! Mas o gostoso das mensagens trocadas naquela noite, foi ler que você também estava com saudades e queria me ver antes de ir viajar, mas que não seria possível porque embarcaria cedo. Uma mensagem tão boba, tão simples, mas só de conter a palavra SAUDADE no meio, foi aconchegante.

E o momento The Best dos 2 meses: o show do Arnaldo!
Simplesmente sem palavras... "Quando quiser, se assim quiser. Se assim quiser, como quiser..."
É confesso que eu esperava mais desse dia, esperava que essa "relação" fosse virar algo de fato. Mas não foi o que aconteceu...

Não sei se um dia eu vou saber "a real" de algumas coisas que ficaram soltas no ar... "Eu tô afim de você. Por quê a gente não fica?" (só eu sei o quanto o sentido dessa frase ainda me assombra). Você ter "sumido/me evitado" pelos 2 meses posteriores à última vez que te vi. Por quê? Por quê você cansou de mim, ou pelo fato de que esperava algo "a mais" naquele dia que eu não te dei? Cara, eu sofri... COMO eu sofri! Mas superei (assim eu espero). E não quero escrever sobre o que me entristeceu. 

Esse texto é pra dizer MAIS UMA VEZ o quanto você me fez FELIZ!!!
E se for do nosso destino, que você continue em minha vida, como amigo, um alguém que eu quero muito bem, seja aqui ou em qualquer lugar.


Acho que era a única música cujo refrão você sabia, rs...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fragmentos: 1 de 2 - Assumir

Por quê é tudo tão complicado? Tão sem sincronia, mesmo quando o querer é mais forte? (Pelo menos pra mim).
Não venha me dizer que é a diferença de idade e blábláblá Wiskas Sachê, porque isso não cola!
Concordo que temos nossas "diferenças" (um jeito delicado que maquiar o real problema, que cá entre nós já não precisa mais de maquiagem).
Confesso que tive medo de assumir meus sentimentos. Talvez essa "covardia" seja uma sequela de poucas e boas que já passei ao assumir o que sentia. Sei também que fiquei dividida entre você, que era o real,  verdadeiro, o maduro, a segurança, com o outro que era o sonho de consumo de qualquer garota (com o qual eu fiquei deslumbrada). Que o tal do "moreno, alto, bonito e sensual" fosse a solução dos meus problemas, mas não, ele tava longe de ser minha solução.
Demorei pra criar coragem e perceber que é você quem eu quero!
Desencontros atrás de desencontros, instabilidade no seu humor, na forma de me tratar... (quem diria que um dia eu fosse provar do meu próprio veneno), mas mesmo com tudo isso, eu continuo querendo insistir em você, em nós!
De quê adianta te deletar do FB, apagar seu telefone, se no meu pensamento e no sentimento continua tudo intacto?

domingo, 30 de setembro de 2012

Fragmentos: 1 de 1 - Carnaval

E quem disse que seria fácil gostar de alguém?
Lembro-me que logo após o carnaval, em algum encontro, algum momento, você disse: "No carnaval já rolava algo, mas não sabíamos ainda o que era." (foi isso, ou mais ou menos isso).
Realmente rolou algo. A simpatia, a conexão na conversa, os gostos em comum (ok que isso aconteceu na 2ª vez que te vi, porque na 1ª, eu estava "levemente" bêbada). Mas continuando, eu tive a C-E-R-T-E-Z-A de que era algo diferente, pois enquanto eu estava encostada na grade, conversando contigo, você se aproximou e por algum motivo resolveu amarrar o cordão da minha saia...
Sabe quando você sente que a sua pulsação mudou? Os batimentos cardíacos, a respiração... é, tudo mudou!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sempre pela metade...

Sempre detestei esse negócio de "pela metade", principalmente quando se trata do coração, homem tem uma mania besta de deixar as relações pela metade (ou eu que tenho o dedo muito podre e só me deparo com seres deste tipo). Te faz acreditar que tá tudo indo às mil maravilhas e em questão de segundos... puff... evapora, sem deixar qualquer vestígio pra contar história.

Não quer mais? Cansou? Enjoou? Tá com medo?
O-K-A-Y-!-!-! Você tem todo o direito, mas fala CACETE!!!
Não precisa de rodeios, é só chegar e dizer "não quero mais, assim e assado. tô saindo da sua vida!"... simples, não?!

Mas não, o energúmeno prefere tomar pó de pirlimpimpim. Aí a troxa aqui (sim, pq nós, mulheres, quando nos apaixonamos, somos tão energúmenas quanto eles. não é a toa que semelhante atrai semelhante), ficamos nos perguntando por dias, semanas, meses... "Por quê? Mas por quê? Tava tudo tão bem... e blábláblá Wiskas Sachê", e aí é um tal de ligar, de mandar sms, e xeretar todo santo dia o Facebook alheio. Pra quê? Eu respondo! Pra continuar sem sinal de vida - isso quando não aparece o status de "está em um relacionamento sério" -, e aí sim se descabelar de tanto chorar, sofrer.

Até que um belo dia você acorda igualzinha a música "Perigosa" das Frenéticas e resolve que vai apagar o telefone, sms, Facebook, Twitter e o escambal, pq você acredita na frase "o que os olhos não vêem, o coração não sente", mas se esquece de que o o perfil dele nas redes sociais continuará lá, intacto, pra qualquer um acessar - inclusive você -, na hora que tu bem entender, ou melhor, na hora em que o coração apertar de tanta saudade. Acessa uma, duas, três vezes, por dia, por semana, e começa a reparar que ele não sumiu só da sua vida, mas das redes também. Aí aquele instinto "Perigosa" já fraqueja, e ressurge uma estúpida esperança de que ele deve estar sem tempo, e que é por isso q não te retorna (até pq em algum papo entre vocês uma dia ele disse "vc já deve ter percebido que eu sou devagar pra responder msgs"). E por incrível que pareça essa birosca de esperança conforta absurdamente o coração e te faz ficar esperando por mais algumas horas, dias, semanas, horas, ele ressurgir feito Fênix das cinzas. Não pense que ele vá ressurgir, muito menos cair no seu plano bobo de esnobá-lo quando coincidentemente vocês se encontrarem numa festa. Hellooooooooooooooooooooooooo... ele sumiu, ou seja, se ele te ver de novo vai continuar da mesma maneira que permaneceu todo esse tempo, cagando e andando pra ti!

Aaah, tem também aquele belo dia que você acorda decidida a curtir sua solteirisse, pegar todos e não se apegar a nenhum. Aaaaaaaaaa tá!!!
Ok vc sai, vai pra festas, pega um aqui, outro ali, e nada mais, mas o fóda é quando se está com um ou outro, mas a cabeça não para e resolve comparar tudo. Aí compara, o beijo, o abraço, a risada, o sorriso, o papo, a pegada... e o acontece? Você volta pra casa pior do que saiu. Afinal, você pode ter deletado ele de tudo quanto é lugar digital, mas do coração... aaaa do coração são outros 500.

Não se pode ter uma estimativa de quanto tempo levará pra você voltar a ouvir uma banda, por exemplo, e não lembrar mais dele. Coração não vêm com manual de instruções, muito menos prazo de validade. Coração tem vida própria e gosta de tudo por inteiro, sem essa de metade!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"Esgotar as possibilidades..."

Entrevista de Fabrício Carpinejar para a edição da Revista Joyve Pascowitch ( maio/2012 ).


JOYCE PASCOWITCH: Como define o amor?
FABRÍCIO CARPINEJAR: Amor é fome, insatisfação, desequilíbrio harmonioso. É quando se passa a gostar dos defeitos do outro: do desvio de septo, de um sinal de nascença, das implicâncias. É o acolhimento de assumir aquilo que a pessoa passou a vida tendo vergonha e ensiná-la a apreciar. O amor é a nossa capacidade de se reinventar e se doar. Há uma ideia equivocada que considera quem muda como o lado fraco da relação, mas, na verdade, é quem tem o temperamento mais forte. Mudar é um ato que exige caráter.

J.P.: Então devemos mudar por amor?
F.C.: Totalmente. Eu me aperfeiçoo por amor. Acho uma maravilha a capacidade de ceder. A teimosia é burra: “Você não vai tirar meu futebol, minha noite, meus hábitos”... quanta besteira! Eu renuncio de cara porque se decido trocar hábitos, o faço por melhores do que os antigos. E todo mundo é egoísta. A mudança é por si, porque você não está mais feliz com situações passadas. O problema é que as pessoas querem conforto e o amor não traz isso. O amor é trabalho, é não ter paz, é inquietação.

J.P.: Você escreve sobre a necessidade de quebrar regras e sair da mesmice no amor. Tudo pra evitar o tédio?
F.C.: Nosso grande medo é que o outro nos ache sem graça. Temos medo da rejeição, e por pura defesa, acusamos antes de ser acusados. O que mais se espera de um relacionamento é o acolhimento, mas há o pavor de que a outra pessoa julgue esse sentimento algo menor. Então criamos movimentos falsos de aventura e exibição só para não entediar o outro. O início da paixão é estratosférico, as pessoas não param quietas exibindo tudo o que podem fazer. E, depois, passam a confessar o que realmente querem. Costumo dizer que a paixão é mentir tudo o que você não é, e o amor começa a contar a verdade. Um relacionamento pode dar muito certo quando, nos primeiros dias, os envolvidos falam durante horas sem se dar conta do tempo. É preciso confidenciar também os ruídos, os traumas, os vexames e as gafes.

J.P.: Você prefere o “amor eterno” ou o “que seja eterno enquanto dure”, do soneto de Vinicius de Moraes?
F.C.: Essa história de eterno enquanto dure é canalhice. Acredito na tentativa do amor eterno, o amor de esgotar as possibilidades. Alcançar tamanha afinidade com uma pessoa e depois se separar é uma espécie de morte. Também sei que amores felizes têm mais chance de dar errado do que os amores tristes. O amor feliz chama a atenção, gera inveja e ciúme. Todo mundo quer destruí-lo.

J.P.: As mulheres buscam o par perfeito. Ele existe?
F.C.: Pode existir  par imperfeito, justamente porque o amor é essa possibilidade de romper com aquilo que esperamos, com a idealização. O amor é uma lição. Você não vai conseguir mandar nele. Se você disser “nunca vou me envolver com um lutador de UFC”, pode ter certeza de que o contrário irá acontecer. O amor é atravessar o desprezo e desamarrar preconceitos.

J.P.: As mulheres são ansiosas  não se cansam de planejar o futuro. Isso estraga o presente das relações?
F.C.: As mulheres não querem se relacionar, elas querem dizer que os homens não prestam. Relacionar-se não é fácil, nem de graça: exige sair de si, despedaçar a ilusão, se produzir, se incomodar, conhecer a família, lidar com expectativas. È como comprar uma roupa e ter de ir à costureira refazer a barra, enquanto o seu desejo era usá-la na hora. A pessoa se sente enganada porque achava que não precisaria de esforço para ter amor, mas é justamento o oposto. Não é somente ter, mas manter.

J.P.: Como manter o romance?
F.C.: Trata-se de surpresa, delicadeza, de conhecer os hábitos e entender o que o outro precisa. Saber, por exemplo, que sua mulher tem facilidade de esquecer algumas coisas, mas não esperar que ela erre para cobrar. Muitas vezes ficamos naquela fiscalização para tripudiar o erro. Mas ninguém quer envolvimento sério. Todos amam a ideia de ter alguém, mas querem um serviço de “tele-entrega” sem enfrentamento. Como construir um relacionamento sem discussão? Nunca.

J.P.: Então discutir a relação é necessário?
F.C.: Sim, a ‘D.R.’ é um estado de sírio para fazer perguntas que não podem ser feitas m um ambiente normal. Mas pode ser encarada com senso de humor. Trata-se do riso afetuoso, não o riso de afrontar o outro, já que as pessoas se sentem tentadas a debochar. Mulher é pós-graduada no assunto, enquanto os homens, somente alguns deles, fizeram cursos profissionalizantes. O relacionamento requer tempo e nem todo mundo tem paciência.

J.P.: Qual o papel do ciúme nisso tudo?
F.C.: Ter transparência para responder perguntas e não fazer mistérios bobos é imprescindível. Quando o ciúme é unilateral, parece alucinação. É preciso haver delicadeza de deixar o outro falar o que sente, pois assim o assunto desaparece. É como contar um pesadelo para alguém te ajudar a decifrá-lo. Não confessar o ciúme é péssimo para a relação, enfraquece os laços. Ciúme guardado vira ressentimento e pode levar à invasão de privacidade. O ciumento vai olhar o e-mail, mexer no celular e, já que se infiltrou na intimidade alheia, precisará achar algo que justifique tal comportamento. Então ele torce para ter sido traído, tudo para não passar como vilão e desrespeitoso. O homem adora dar provas de que não tem nada. Aqueles que não mostram, estão culpados, sempre.

J.P.: Leitores do seu site se queixam constantemente de traição. A fidelidade é possível?
F.C.: Há quem opte por uma relação aberta, (neste) caso, a infidelidade acontece quando alguém (se) apaixona por outra pessoa. Acho uma (   ) porque a relação fica muito mais suscetível (ao) fim, ainda mais quando o homem enxerga o (   ) como porta de entrada do amor. Homem se apaixona pela mulher que transa bem. É uma (maneira) de facilitar o rompimento e fidelidade é justamente esse cuidado. A mulher não aceita a presença (de) outra que saiba mais do que ela, esse deboche silencioso é o que mais fere.

J.P.: As pessoas traem com mais facilidade?
F.C.: Sim. Queremos trair sem comprometer o relacionamento, sem pagar o preço. Acho terrível a maneira como profissionalizamos a infidelidade. O motivo principal é porque queremos um (relacionamento), mas sem sofrer com ele. Então, (quando) surgem dificuldades sexuais, você pensa: “Por que passar horas discutindo?”. E trata logo de (complementar) a sua história com histórias paralelas, (usando) argumentos inexoráveis como “o homem (nunca é) monogâmico”. Quando o interesse em alguém altamente existe é preciso dedicar tudo para (   ) pessoa, não tem como dar errado.


*algumas palavras estão rasuradas pq não consegui decifrá-las, graças a qualidade das fotos que eu tirei da revista onde eu li a reportagem, rs...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Nova perspectiva

Sim, você ainda é o sorriso que eu gosto.

Porém o tempo precisou passar pra que eu entendesse que o "gostar" pode ser diferente entre duas pessoas, mas que isso não impede de que seja bom, pelo contrário, evita sofrimento, decepção.
Ainda não entendi o que acontece entre a gente, mas de uns dias pra cá acho que não quero mais entender, ou pelo menos me prender a isso. Tá na hora deu aprender a ser mais flexível comigo. Sem expectativas, planos e afins, ou melhor, tudo isso pode existir sim, mas sobre uma nova perspectiva (e de repente pode ser até mais divertido, mais livre, leve e solto).
 
Contudo, acho que não é pecado continuar acreditando - nem que seja um pouquinho - que eu sou diferente pra você. Sei lá, é bom pensar que certas palavras ou atitudes são formas de carinho.

Enfim... cá estou pela milésima vez escrevendo sobre você, pra você, sem nem saber se chegas a ler tudo isso. E pela milésima vez, novamente, digo que gosto de ti (e muito) e não sei ou não consigo abrir mão disso.

P.S.: "Seu sorriso é o que preciso. E quanto ao resto, eu juro tanto faz..."

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Desnecessário

Qual a dificuldade que o ser humano sente em ser sincero? 
Qual a graça de mentir, de iludir uma pessoa?
Fazer um coração sofrer é TÃO desnecessário, e quem faz isso acho que não percebe as consequências de seus atos.
Ainda me perguntam pq su tão desconfiada, tão seca com uns e outros, e eu te respondo: pq já sofri demais!